Jogo acabado - Pokémon Snap (N64) e Update


Ontem à noite foi dia de ligar a Nintendo 64 e tratar de jogar Pokémon Snap até ao fim.
É um jogo engraçado, que serve para entreter durante um serão. A ideia é gira, e percebo porque é que durante anos andavam a pedir uma nova versão. É bom, mas é curto.
No total acabei o jogo com fotografias de uns 55 Pokémon (de um total de 151 que existiam na altura), mas acredito que haja mais alguns que eu não encontrei (por exemplo, vi o Zapdos e o Moltres, mas não o Articuno).
Usei um guia para descobrir onde estão os sinais secretos, como a montanha do Dugtrio, a nuvem do Koffing, etc. Ainda assim, os níveis são divertidos, e o nível de interação entre os Pokémon está bem desenvolvido, para a altura.


Agora é continuar Bioshock (ainda não escrevi nada porque quero chegar ao fim e dizer tudo de uma vez).
Em termos de séries, voltei a começar The Office (US) e nunca desilude. É um plano espetacular para qualquer noite.

Já em manga, há novidades. Finalmente retomei a leitura de Bleach, enquanto estou no autocarro ou comboio. Viva o Kindle!
Confesso que não tinha grandes expectativas para a histórias pós Soul Society, mas o build up para o Hueco Mundo foi muito bom. Gostei de ver o rapto da Orihime, e o modo frio e calculista como o Ulquiorra lida com ela. Já no Hueco Mundo propriamente dito, parece ser uma Soul Society V2, o grupo divide-se, com o objetivo de salvar a Orihime (e matar o Aizen?) e vão aparecendo diferentes Espadas para lutar com eles. Não é tão interessante, mas estou para ver como vai ser quando chegarem as lutas finais.

E, por outro lado, em pequenos intervalos, ando a reler Bakuman, e é tão bom como da primeira vez.
É um história espetacular a diversos níveis. Não só me dá uma vontade tremenda de pegar numa folha e começar a desenhar mangas mirabolantes e excêntricos, como me agarra imensamente aos diferentes personagens que vão aparecendo (e ainda não cheguei às melhores cenas). A história de amor entre o Mashiro e a Azuki é super platónica, mas só dá vontade de torcer que eles consigam realizar os seus sonhos.
A arte é espetacular e há cenas arrepiantes. Death Note é muito bom, Platinum End talvez o seja também, mas Bakuman, para mim, está num nível próprio.

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