No dia em que começo a escrever este blogue estou a jogar Shin Megami Tensei III Nocturne HD Remaster, na Nintendo Switch. Passei ontem o boss do Thor, no Mantra Headquarters.
Até agora estou a achar o jogo bom, arcaico na medida em que não é user friendly no que toca às fraquezas do inimigos, e obriga-nos a decorá-las, em vez de as apresentar sempre, depois de os analisarmos. Tirando isso, umas quantas cenas com frame drops, mas tendo em conta o género, nada que chateie demasiado. Pelos 22,50€ que paguei pelo jogo, estou bastante satisfeito com as minhas mais de 7 horas de jogo que já levo a cabo.
Numa altura em que andava a sentir algum burnout de jogos, que até me faz parar de jogar Persona 5 Strickers, este SMT está a conseguir fazer com que vá pegando na consola, aos bocados, e avançando um bocadinho todos os dias.
Em termos de manga, ando a ler Bleach, estou na saga dos Arrancars.
Muitos anos depois de ter visto o anime até ao fim da Soul Society e ter parado durante a arca filler que se segue, resolvi voltar a dar uma oportunidade a Bleach, mas desta vez à manga. Li os 21 volumes que tenho físicos (que cobrem a história que eu conhecia, até aos resgate da Rukia) e descarreguei os seguintes para ler no Kindle.
Ainda não sei bem se estou a gostar muito, ou não. A ideias dos Vizards e dos Arrancars parecem interessantes, mas não estou a gostar do plot que do Uryu e do Chad, muito menos da Orihime, que parece que vai ser mais uma princesa à espera de ser resgatada.
Também não sei se gosto do Aizen como vilão, mas vou continuar a ler, para ver se Hueco Mundo vale alguma coisa. Já não leio um volume há umas semanas, mas nos próximos dias pretendo retomar a leitura.
Queria despachar Bleach para ver se depois volto a One Piece e tenho coragem de acabar (ou melhor, recomeçar e acabar) Dressrosa.
Fartei-me de ler séries da JUMP à medida que vão saindo, então acho que agora só vou lendo assim, volumes completos.
Como nota final, ando viciado no álbum de covers do Sonic (Gotta Go Fast) do NateWantsToBattle. Quem diria que a His World, Endless Possibility e Reach for the Stars me iriam, novamente, ficar na cabeça tantos anos depois de as descobrir.
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